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Fomos escolhidos Escolhidos para ser exatamente quem somos Nossa lei não está acima da lei humana Acreditamos que ser bom é ser humano E não por sermos regrados Então se hoje o mundo entrar em guerra Jogue a primeira flor E haverá mais escolhidos Mais escolhidos para contemplar o amor!

Mulher

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Foi escravizada por tantos anos Nunca foi livre Calada, se derramava em prantos Sempre atrás de um homem Trancada em casa Sem ser permitida pensar em nada Oprimida, derrotada Ah, mas a mulher é guerreira Uma levantou a bandeira Elas aprenderam a impor suas vontades Gritaram mais alto por suas liberdades Hoje ganham sua independência Dão conta de inúmeras tarefas ao mesmo tempo Donas do seus anseios Mulher não precisa de um homem Ela é dona do próprio corpo até seu sobrenome Ela merece amor Aquele amor que ela doa sua vida inteira Se você for o homem ao lado de uma grande mulher Valorize-a de todas as maneiras Porque apesar de ela ser forte de vários jeitos Ela sabe amar até o fim dos tempos.
Eu não sei me apegar Assim como cão não sabe miar Pássaro não sabe nadar Peixe não sabe voar Borboleta não sabe correr Você não sabe ficar

A complexidade de sonhar

Pessoas sem sonhos não chegam a lugar nenhum. E falo de sonhos, Não ambições. Ambições corrompem o homem; Sonhos o constrói. Às vezes nos perdemos nas ilusões, Construímos mundos que desmoronam em nossas mãos, Mas há tanto a se percorrer. Junte forças e os faça acontecer. Cuidado para não ficar preso em seus sonhos; Sonhos também precisam de realidade. Há loucuras e há doenças, Diferencie. O mundo será massacrante, E fugir será o primeiro instinto; Então fuja, e para bem longe. Organize, reelabora, Mas volte. A vida continua e há quem precise de você. Faça uso de tudo um pouco. Haverá um dia que será sã o suficiente para ser louco.
Então eu enterrei. Bem lá no fundo. Reguei com lágrimas até esquecer-me que estava lá. Acordo um dia e uma grande surpresa: havia uma muda prestes a aflorar.
Eu ando em dois passos: Uma para frente Outro para trás Num eu me preencho No outro me acabo
De tantos reflexos me vi sem rosto Te tanto gesto me vi sem toque De tanto som ouço só silêncio Me perdi há muito tempo no breu Tantas sombras a minha voltas Todas elas são minhas Mas nenhuma delas sou eu.