Sabe aquele momento que você chega num ápice tão horrível de dor? E então você cai, seu coração a mil, mas ao mesmo tempo é como se estivesse voando? Você se liberta, transcede. Quando você chega ao chão não importa mais nada. Simples assim.
Eu não sou triste sempre, nem alegre sempre.Eu posso sentir algo e não demonstrar; ás vezes eu apenas quero contemplar. Contemplar a beleza de uma dor, e escutar a música que se propaga na felicidade. Não sou boa em esconder o que sinto: normalmente ajo fiel. Contudo, na serenidade do meu quarto ( ou talvez no turbilhão dele), eu apenas quero me distanciar de mim, não sentir, não ver, não pensar, não ser. Apenas contemplar.
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